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Como a virada do inverno para o calor muda a água que chega na casa do seu cliente.

Introdução

Como a virada de estação muda a água que chega na casa do seu cliente.

Quando o inverno começa a dar lugar ao calor, muita loja de filtração tira o pé do acelerador. A ideia comum é que a procura por água boa cai junto com o frio. Mas essa leitura deixa venda na mesa.

A verdade é que a água não fica parada no tempo, ela acompanha as mudanças do clima, e cada virada de estação traz características novas para a água que chega na casa do cliente. O lojista que entende esse movimento mantém a filtração em pauta o ano inteiro.

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Vamos ver o que muda de fato quando uma estação dá lugar à outra, e como isso vira argumento de venda no balcão.

A água do inverno:

O inverno tem suas próprias características. No frio, o consumo de água tende a cair dentro das casas. As pessoas bebem menos e usam menos água ao longo do dia.

Em muitas regiões, o inverno também é período de menos chuva. Com isso, a água que vem da rede ou do poço costuma ter mais estabilidade, com menos variação brusca de qualidade.

Esse cenário mais calmo engana o lojista. Como tudo parece estável, a sensação é de que filtração saiu de cena. Mas é só uma fase do ciclo, e ela está prestes a mudar.

O que acontece na virada para o calor?

Conforme o calor se aproxima, o quadro começa a se transformar, e é aqui que mora a oportunidade.

A primeira mudança é o consumo. Com o calor, as pessoas bebem muito mais água. A procura por água de qualidade para beber sobe junto com a temperatura.

A segunda mudança vem com as chuvas. As estações mais quentes costumam trazer mais chuva, e a chuva mexe com a água que chega na casa.

Quando chove muito, a água de rios e mananciais fica mais turva, com mais sedimento em suspensão. Quem usa poço também sente, porque a infiltração pode alterar a água captada.

Tudo isso significa mais demanda por filtragem bem na entrada da estação quente. A água muda, o consumo aumenta, e a necessidade de tratá-la acompanha.

A estiagem e o efeito contrário.

Nem toda virada traz chuva, e isso também importa, em alguns períodos, o que chega é a estiagem.

Quando falta chuva por muito tempo, a água disponível diminui e as impurezas ficam mais concentradas. O nível dos reservatórios baixa, e a qualidade da água pode piorar.

Para o cliente, isso aparece como água com gosto diferente, mais resíduo ou aspecto alterado. São queixas que levam direto à loja em busca de solução.

O ponto é que tanto o excesso de chuva quanto a falta dela mexem com a água. Em qualquer um dos casos, a filtração tem papel a cumprir.

Por que isso é uma oportunidade para a loja.

Reunindo tudo, fica claro que a virada de estação não esfria a procura. Ela apenas troca o motivo pelo qual o cliente precisa de filtração.

No inverno, a conversa pode ser sobre conforto e proteção da casa. Na entrada do calor, ela passa a ser sobre consumo de água para beber e sobre a água que muda com as chuvas.

Para a loja, isso significa que existe argumento de venda o ano todo. Basta ajustar a conversa ao momento da estação. O lojista que percebe a virada chegando prepara o estoque e a comunicação para a demanda que vem. Ele não espera a procura bater na porta, ele se antecipa a ela.

Como usar isso no atendimento.

Esse conhecimento se transforma em venda quando vira conversa com o cliente. Algumas perguntas simples ajudam a guiar.

Vale perguntar de onde vem a água do cliente, se é rede ou poço, porque cada origem reage de um jeito às mudanças de estação. Vale também ouvir se ele notou diferença recente no gosto ou no aspecto da água.

Quando o cliente percebe que a água dele muda com o clima, ele entende por que a filtração é um cuidado contínuo, e não algo de uma estação só. Esse é o argumento que sustenta a venda durante o ano inteiro.

Mais do que vender um produto, o lojista que explica isso educa o cliente. E cliente que entende o motivo da compra volta com mais frequência, no ritmo das próprias estações.

Um exemplo de balcão deixa isso concreto:

Imagine um cliente que comprou um filtro no meio do inverno e volta à loja no começo do calor reclamando que a água anda com gosto diferente. Sem entender a virada de estação, o lojista pode achar que o produto falhou.

Com o conhecimento certo, a leitura é outra. Provavelmente choveu mais, a água ficou mais turva, e o elemento do filtro saturou mais rápido do que saturaria no inverno. O produto não falhou, ele trabalhou mais por causa da mudança na água.

Essa explicação muda tudo no atendimento. Em vez de uma troca em garantia ou um cliente insatisfeito, a conversa vira uma reposição bem justificada e um cliente que entende por que precisa trocar o elemento com mais frequência naquele período.

É o mesmo raciocínio que vale para a estiagem ou para o pico de calor. Quando o lojista relaciona a queixa do cliente com o que está acontecendo na estação, ele responde com segurança e fecha a venda certa.

A virada de estação, portanto, não é um período de baixa. É um momento de transição que pede atenção redobrada, tanto do cliente quanto da loja que quer atendê-lo bem.

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A BBI acompanha a sua loja em todas as estações, com uma linha completa de filtros e elementos para cada necessidade que o ano traz.

Quando quiser preparar o seu abastecimento para a virada, fala com a gente.

 

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